quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

"O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe,da farinha, do aluguel,do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista,pilantra, corrupto, e lacaio dos exploradores do povo."

B. Brecht

Cansaço, apático, de não poder ver a vida como cada um escolhe ver, em diversas atitudes, os seres que vagam e se denominam podem simplesmente ser o que lhes cabe ser, talvez por meio, talvez por oportunidades e certamente por verdades, mas nunca confinados por uma realidade de meio e oportunidades, de verdades que desagradam distintas vivências.
Isolamento aliviado por vezes através das opções grotescas e nebulosas, a margem de falsas esperanças, nas quais uma vida “normal” se torna plausível e os anseios mais comuns podem ser reais; Banalidades da formação ao longo da existência alheia, que ferem fatos corriqueiros que jamais foram experimentados pelos cansados, durante toda sua simples vivência; que até podem ser tocados de forma superficial em manobras obscuras, mas que jamais poderão ser completos.
E quando o cansaço se faz mais forte do que cínica opção, então acabou; Já é hora de buscar ‘adágios’ similares, ou de se render, e aceitar a negação.