domingo, 27 de janeiro de 2008






Criadas como reflexo daqueles que servem como única fonte de inspiração, as crianças em grande maioria são vítimas de cretinos “revolucionários” que plantam a intolerância e o ódio, na mais frágil das mentes, aquela que não teve a oportunidade de supor, aquela mente que só teve tempo de admirar o único e de imaginar o imaginável, até que ponto o ser humano pode se rebaixar? Até que ponto “vadias” do pop mostraram suas vaginas, como se sua imagem pública pertencesse apenas a suas própias contas bancárias, desconsiderando a seriedade de ser vista como exemplo para milhares de frágeis mentes inocentes que em muita vezes ainda desconhecem a vulgaridade dos atos, daquelas que são "filhas" das futuras "mães" .

Até que ponto podemos nos isentar de criar reflexos profundos na formação de crianças? Até quando se aproveitar do mais frágil, contra o mais forte, for um bom negócio.

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